Repostagem sobre acompanhamento de comentários

Prezados,

 A lista dos últimos comentários da coluna à direita serve para facilitar o acesso aos comentários feitos pelos leitores.

Só que há um limite desta listagem e dependendo do dia , e caso vc não se lembre onde postou, poderá acabar ficando sem saber a resposta.

Então venho por este post recomendar  que utilize o serviço de acompanhamento de comentário por email. Com ele vc recebe um email com um link  avisando que o tópico onde vc fez um comentário foi atualizado.

É muito simples. Antes de vc clicar em ENVIAR COMENTARIO, marque o quadrinho como mostra a figura abaixo.

comem

Desta forma vc poderá acompanhar todos os comentários dos tópicos de seu interesse. Vc pode acompanhar quantos tópicos desejar. O seu email NUNCA é divulgado e segue a política de privacidade dos serviços WordPress.

Tenham um ótimo final de semana ! :)

ps: Não deixem de usar os links de  POSTS MAIS ANTIGOS no final da coluna principal (central) ! Durante o dia várias notícias podem ser divulgadas que não cabem na primeira página.  Utilize também o sistema de busca interno digitando o assunto ou o código da empresa para listar todos os posts relacionados.

FRAS4 – Receita liquida da Fras Le cai 15.9% em fevereiro

A Fras-Le registrou receita líquida consolidada de R$ 31,6 milhões em fevereiro, queda de 15,9% em relação ao mesmo mês do ano passado. No acumulado de janeiro e fevereiro, a receita líquida consolidada totalizou R$ 56,5 milhões, 18,1% a menos que em igual período de 2008. No mês passado, a receita bruta consolidada da empresa, com impostos, foi de R$ 39,8 milhões, um recuo de 16,9% na comparação com o mesmo mês do ano passado. No primeiro bimestre deste ano, a receita bruta consolidada atingiu R$ 71,8 milhões, 19,1% inferior ao valor registrado em igual período de 2008.

RAPT4 – Receita liquida Randon cai 28,2% em fevereiro 2009

A Randon Implementos e Participações registrou em fevereiro receita líquida consolidada de R$ 171,9 milhões, queda de 28,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. No acumulado de janeiro e fevereiro, a receita líquida consolidada foi de R$ 325,5 milhões, 26,4% a menos na comparação com igual período de 2008. A receita bruta total, sem eliminação e com impostos, atingiu R$ 259,6 milhões no mês passado, queda de 24,1% ante fevereiro de 2008. No acumulado do primeiro bimestre a receita bruta somou R$ 495,4 milhões, 22,3% inferior ao mesmo período do ano anterior.

AGEN11 – Plano de recuperação da Agrenco é aprovado

O plano de recuperação judicial da Agrenco foi aprovado ontem pelos seus credores, segundo o diretor financeiro, Marco Modesti. A empresa está em crise desde que seus sócios foram presos na Operação Influenza, da Polícia Federal, em 2008.O plano contempla a venda de uma das três unidades da Agrenco, todas inacabadas e sem operar atualmente. Segundo Modesti, a de Marialva (PR), produtora de biodiesel, já está vendida. Ele, no entanto, não divulga o nome do comprador e o valor da venda. Com os recursos, a empresa quer concluir as obras das unidades de Alto Araguaia (MT) e de Caarapó (MS) e voltar a operar.Outra iniciativa definida no plano de recuperação da Agrenco, segundo Modesti, é a contratação de uma empresa para atuar como operadora estratégica da companhia.

TEND3 – EL entra na Tenda de olho no mercado de baixa renda

A EI foi acionista importante na mexicana Homex, referência mundial em habitação popular – ele entrou no negócio em 1999, vendeu no ano passado e há boatos de que estaria voltando. A sua parte na Tenda foi comprada na Bolsa dos antigos controladores, que agora têm 15% da companhia.O programa do governo fará do Brasil um dos melhores lugares do mundo para investir nesse segmento. “O País tem massa crítica”, diz o presidente da Tenda, Carlos Trostli. “A entrada de Sam Zell traz credibilidade para nós e é uma boa oportunidade de negócios para eles”, diz Trostli. A EI terá assento no Conselho.

CCPR3 – Cyrela CP quer aumentar negócios de shoppings

O executivo afirmou que, no momento, analisa novas oportunidades nessa área, além dos projetos que estão em andamento. Entre os empreendimentos que companhia desenvolve na área, está o Shopping Metropolitano da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, com previsão de entrega em 2011, e a ampliação do ABC Plaza Shopping, na região metropolitana de São Paulo, com término previsto até 2010. Hoje a CCP é responsável pelas locações e pela administração do ABC Plaza e do Shopping D, na capital paulista.Para a empresa, o potencial do segmento vem de fundamentos na economia nacional que comprovam estabilidade, fazendo com que o País tenha uma grande massa consumidora, além do dinamismo cada vez maior da classe média.Em relação aos prédios corporativos classificados como de “alto padrão”, a CCP possui participação em três edifícios comerciais e diz ter conseguido, ao longo do ano passado, locar todos os espaços disponíveis no portfólio da empresa, sendo que em 2008, os ajustes do aluguel médio foram de 8,8% reais (acima da inflação).”Na realidade, a demanda por esse tipo de espaço ainda é maior do que a oferta hoje existente na cidade”, comentou Bruno Laskowsky, presidente da Cyrela Commercial.O negócio dos centros logísticos, em que atualmente são três as unidades administradas, também terá futuro dentro da empresa, uma vez que a tendência de crescimento do consumo interno e a inclusão de novos segmentos de renda na atividade econômica ocasionarão maior produtividade no fluxo logístico, gerando oportunidades nos próximos anos.ResultadosA Cyrela Commercial acaba de divulgar seus resultados financeiros e viu seu lucro líquido crescer 47,3% em 2008, atingindo R$ 33,81 milhões, contra os R$ 23,18 registrados em 2007. Já a receita bruta alcançou R$ 111 milhões, um salto de 23% no mesmo período. Em setembro passado, a consultoria CB Richard Ellis avaliou o portfólio da CCP em R$ 1,63 bilhão. A CCP é resultado de uma cisão parcial da Cyrela, que, por sua vez, foi formada com a incorporação do Grupo Cyrela pela Brazil Realty, que ocorreu em 2007.

TRT abre precedente em recuperações judiciais

Em decisão inédita, o Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso (TRT-MT) permitiu a um controlador do Grupo Zulli vender parte de seu patrimônio para injetar recursos de capital de giro no conglomerado do agronegócio, em recuperação judicial desde janeiro. O juiz do trabalho Luis Aparecido Ferreira Torres autorizou, semana passada, a venda de uma fazenda de 2,15 mil hectares de Silvio Zulli, um dos controladores do grupo, com o objetivo de proteger o emprego dos cerca de dois mil funcionários das oito empresas.A propriedade, em Diamantino, estava hipotecada junto ao Banco do Brasil. O leilão da fazenda está marcado para 14 de abril, em Cuiabá, e será acompanhado pelo juiz do trabalho. O preço inicial foi estimado em R$ 7 milhões pela Justiça.A decisão abre um importante precedente para as empresas em situação de recuperação judicial, avalia o advogado do grupo, Euclides Ribeiro Junior, da ERS Consultoria e Advocacia. Nesse caso, a Justiça excluiu do processo do grupo da família Zulli as chamadas “travas bancárias”, restrição imposta pela nova Lei de Falências, em vigor desde 2005.Pela lei, alguns bens sob contratos de alienação fiduciária, leasing ou reserva de domínio poderiam ser usados como garantia de pagamento aos bancos. “Vivemos uma crise sem precedentes e o juiz entendeu que se não colocar novos recursos nas empresas, não haverá proteção dos empregos”, disse Ribeiro. Segundo ele, o administrador judicial do processo de recuperação do grupo garantiria que “não haverá” desvios dos recursos arrecadados pela Justiça. “A fazenda vai à leilão e os recursos vão para a conta da empresa sob a estrita supervisão do juiz”.O Grupo Zulli, cujo faturamento soma R$ 50 milhões, está sob recuperação judicial desde janeiro. Na decisão que determinou a abertura do processo, a Justiça já havia tomado outra decisão inédita ao admitir que produtores rurais pessoas físicas fossem amparados pelas regras. Os beneficiários foram cinco membros da família Zulli, controladora do grupo. A decisão da 4ª Vara Cível de Várzea Grande (MT) pode abrir o leque de opções para a renegociação de dívidas no setor. As oito empresas da família obtiveram benefícios como a rolagem do passivo de R$ 150 milhões em até 36 meses a juros de 12% ao ano, além do pagamento da primeira parcela em até 180 dias. As empresas têm, ainda, R$ 100 milhões em dívidas tributárias. A decisão judicial suspendeu todas as execuções, protestos e apontamentos no Serasa, além de arrestos ou sequestros de bens ou produtos dos produtores e das empresa do grupo.Dona da usina Alcopan, que produz 60 milhões litros de etanol, a família Zulli tem sete mil hectares de cana-de-açúcar e nove mil hectares de soja espalhadas em três condomínios rurais situados em Diamantino e Campo Novo do Parecis.Pelo plano de recuperação, as propriedades, que produzem 500 mil sacas de soja, serão vendidas para quitar débitos de R$ 150 milhões com bancos, tradings, distribuidoras de combustíveis e empresas de factoring, segundo o advogado do grupo. Juntas, as três fazendas valeriam R$ 120 milhões. O grupo engloba ainda a transportadora Transdiamantino, com 15 caminhões, a Agroindustrial Irmãos Zulli, a distribuidora de combustíveis Médio Norte, a Zulli Diesel, uma agência de viagem e um posto de serviços.

EMBR3 – Embraer deve receber $700mi para venda de aeronaves para a Argentina

A Embraer deve receber, nos próximos dias, financiamento de US$ 700 milhões do BNDES para a venda de aeronaves de médio porte às Aerolineas Argentinas, a estatal argentina de aviação. A operação já ganhou permissão de decolagem por parte do Comitê de Financiamento e Garantia de Exportações, responsável pela análise técnica do pedido de financiamento. O empréstimo à Embraer, segundo autoridades que acompanham o tema, deve ser incluído entre os itens extra-pauta da próxima reunião da Câmara de Comércio Exterior (Camex), que decidirá a conveniência política do negócio, na próxima semana.Para decidir contrariamente à operação, a Camex teria até um argumento sem implicações políticas: a Argentina já tem mais empréstimos tomados no BNDES do que seria seu limite; as regras de financiamento do governo permitem, porém, que os ministros decidam pela autorização, se considerarem viável e desejável, dentro dos interesses da política externa do país. O assunto é tratado com reservas pelo governo, que lida com dois aspectos políticos delicados: o empréstimo milionário seria concedido a uma empresa que acaba de demitir 4,3 mil empregados e a um país que vem levantando barreiras comerciais a produtos brasileiros.Também não há, ainda, nenhum contrato oficial de compra das aeronaves por parte do governo argentino, que depende da autorização da Camex para a viabilidade financeira da aquisição. Nos ministérios que compõem a Camex há disposição de emprestar, com base no argumento de que operações desse tipo são fundamentais para a recuperação da empresa e eventual retomada do emprego. A Embraer já emitiu sinais públicos de que vê na expansão das vendas à Argentina e outros países da região uma saída para a retração de mercado criada pela crise econômica.Os EUA, mercado mais duramente atingido pela crise, concentra, hoje, cerca de 45% das exportações da Embraer. Em recente entrevista ao jornal argentino “Clarín”, o recém-nomeado vice-presidente da empresa para a América Latina, Luis Hamilton Lima, previu que a renovação da frota de aviões da Aerolineas Argentinas – que tem quase um terço da frota de 50 aviões sem condições de voo – será uma excelente oportunidade para a empresa, de vender aviões de porte médio destinados a rotas domésticas e compensar a perda de mercado em outros países.O governo argentino anunciou nesta semana que estão avançadas as negociações com a Embraer para instalação de uma fábrica de peças na província de Córdoba, onde o governo Kirchner estatizou nesta semana uma fábrica da americana Lockheed. A própria Aerolineas era uma empresa mista até metade do ano passado, quando, após séria crise e paralisação de voos, foi estatizada debaixo de críticas no país.

MILK11 Laep – Parmalat quer parceria com assentados rurais

A empresa Integralat, um empreendimento da Parmalat, quer estabelecer uma parceria com os assentados rurais. O objetivo é criar condições favoráveis para o aumento da produção leiteira, criando uma nova alternativa de renda para os pequenos produtores rurais.

A proposta foi apresentada esta semana no Assentamento Itamarati. A idéia é aproveitar a mão-de-obra existente no Assentamento e, com isso, incrementar a produção de leite. A empresa demonstrou interesse em fornecer as matrizes para os assentados. O representante da Integralat, Carlos Enrique Ferraz, informou que a empresa possui 9 mil vacas disponíveis. Os animais seriam repassados aos pequenos produtores que pagariam com uma parte do leite produzido.

A Integralat/Parmalat analisou as condições técnicas existentes no município. Através disso, foi possível projetar uma produção de cerca de 100 mil litros de leite por dia. A empresa estuda a criação de uma estrutura para efetuar a desidratação do produto. Desta forma Ponta Porã teria uma indústria de leite em pó com potencial para exportar. Outra vantagem é que, através da parceria com os pequenos produtores rurais, a empresa poderia obter o selo social, uma vez que estaria estimulando as atividades da agricultura familiar. Na apresentação da proposta aos assentados, estiveram presentes representantes dos governos federal e estadual. O diretor-presidente da Iagro, José Antônio Roldão, além de representantes da Agraer e Incra, declararam apoio a um debate mais aprofundado sobre o tema.

Falando em nome da Prefeitura, o vice-prefeito Eduardo Campos disse que a administração municipal está disposta a propiciar o que for necessário para que o projeto da empresa seja empreendido no município. “Ponta Porã possui todas as condições necessárias para que o projeto da Parmalat/Integralat seja tocado em frente. Além do enorme potencial já verificado pela empresa junto aos assentados, temos ainda o Indusporã, que é a política de incentivo à criação de novas empresas no município. Vamos fazer o que for necessário para trazermos esta empresa para Ponta Porã”, garantiu Eduardo.

O secretário municipal de Desenvolvimento, João Dornelles, disse que pode ser estudada a possibilidade de ampliação do projeto para beneficiar pequenos produtores de outros assentamentos e até mesmo os filiados na Associação que mantém em funcionamento a mini usina em Ponta Porã.