S&P 500 pode cair mais 50% , próximo aos 350 pontos

On days like today, it helps to look at the silver lining.  Here it is: The farther stocks fall, the cheaper they get–and the higher the expected long-term return becomes.  Unfortunately, that doesn’t mean we don’t have a long way to go on the downside.

There were four massive stock bubbles in the 20th Century: 1901, 1929, 1966, and 2000.  During each of these bubble peaks, the S&P 500 neared or exceeded 25X on professor Robert Shiller’s cyclically adjusted P/E ratio.*  After the first three of these peaks, the S&P 500 PE did not bottom until it hit 5X-8X.  We’re still in the middle of the last one.

The most recent bubble peak, 2000, was by far the most extreme we have ever experienced.  In 2000, the S&P 500 by prof. Shiller’s measure exceeded 40X (it had never before exceeded 30X). With the S&P 5000 hitting 700 today, the PE has now fallen back to 12X. 

Three major bubbles are not enough historical precedent to confidently conclude where the S&P 500 will bottom this time around, but it seems reasonable to conclude that the trough will be in line with–or below–the preceeding lows (Given that we just had the highest peak in history by a mile, it doesn’t seem absurd to think that we might be headed for the lowest trough in history by a mile.)

So where are we now?

Based on Professor Shiller’s latest numbers, we’re at about a 12X P/E.  (Prof. Shiller’s last update was at 805 on the S&P 500, which produced a 14X P/E.  Plugging in today’s 700 on the same earnings number, we get about a 12X P/E).  The 12X PE compares favorably to the long-term arithmetic average of 16X, but it’s still way above the historical troughs of 5X-8X.

So where would the S&P bottom if we hit the previous trough PE lows?  It depends how we get there.

If the stock market stops falling and earnings eventually begin to grow again, we would be close to the bottom: The market could simply move sideways for 5-10 years while earnings growth gradually reduced the PE to the 5X-8X range.  This is what happened in the 1970s.

Alternatively, the market could just keep dropping, as it did in the early 1930s.

Using Professor Shiller’s latest earnings data, here’s where the numbers would fall out if the market just kept dropping and 10-year average earnings didn’t grow from today’s level:

P/E        S&P 500 Level
10X       575
8X         460   (highest previous trough low)
7X         400   (average previous trough low)
6X         350
5X         300   (lowest previous trough low)

In short, if the S&P fell straight to the high-end of its previous trough range (8X PE, or 460), it would fall another 35% from today’s level (700)

If the S&P fell straight to the low-end of its previous trough range (5X PE, or 300), it would fall another 55+% from today’s level.

Here’s hoping we don’t set a new low on the downside.

Carteira Recomendada Planner para Março 2009

Petrobras, Ultrapar, Bradesco, Redecard, Perdigão, Ambev, Telesp, Light e Eletrobrás são os papéis que fazem parte da carteira recomendada de ações para março, formulada pela Planner Corretora de Valores. Segundo a instituição, a carteira reúne potencial de valorização de 57,08% até dezembro. Bradesco (BBDC4) e Perdigão (PRGA3) são os papéis que reúnem os maiores potenciais de ganho, de 165,70% para os ativos do Bradesco ao preço-alvo de R$ 55,00 – e de 121,31% para os da Perdigão, ao preço-alvo de R$ 65,53. Outro ativo bastante descontado e segundo os parâmetros da Planner reúne grande potencial de valorização no longo prazo é Petrobras (PETR4). Ao preço-alvo de R$ 48,60, os profissionais da instituição acreditam que o papel da estatal brasileira do petróleo pode subir 84,09%. O percentual de participação do ativo em portfólio também é maior, de 12%, ante 11% de todos os demais ativos sugeridos para compra neste mês. No ano, a carteira recomendada pela Planner acumula perdas de 2,32%, ante valorizações de 1,69% do Ibovespa, de 2,53% do IBRX-BR e de 3,17% do IBRX-50. Em 12 meses, a carteira acumula perdas de 35,50%, resultado inferior aos prejuízos acumulados pelo Ibovespa, de 41,70% no período, de 40,98% registrado pelo IBRX-BR e de 42% do IBRX-50.

AVIL3 – Aços Villares passa a deter 24,5% da Tecno-Logos

O Conselho de Administração da Aços Villares aprovou o investimento adicional, em conjunto e em partes iguais com o Banco de Desenvolvimento Econômico e Social Participações (BNDESPAR), no valor de R$ 2.489.322,40 milhões para subscrição de ações ordinárias, na sociedade Tecno-Logos Desenvolvimento Teconológico. Com isso, a Aços Villares passa a deter 24,5% do capital da Tecno-Logos. Esse montante será destinado para viabilizar o desenvolvimento da Teconologia Tecnored. A companhia já havia realizado um investimento de R$ 1,47 milhão em fevereiro de 2007. Entretanto, o valor não foi suficiente para arcar com as despesas da Tecno-Logos.

Consumo de energia em queda em SP

O consumo de energia no Estado de São Paulo, medido pelo volume de energia elétrica distribuído pelas concessionárias, atingiu 9.206 gigawatts-hora (GWh) em janeiro, queda de 2,9% em relação ao mesmo período de 2008, divulgou a Secretaria de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo. O consumo industrial recuou 13,1%.

TEND3 – Fitch atribui rating à Tenda, com perspectiva negativa

A Fitch Ratings atribuiu à Construtora Tenda o Rating Nacional de Longo Prazo “BB(bra)”, com Perspectiva Negativa. O rating da Tenda se apóia no perfil de crédito consolidado de sua controladora, a Gafisa, em razão da incorporação de seus negócios e da consolidação de seus resultados na Gafisa. Em outubro de 2008, a Tenda incorporou a FIT Residencial Empreendimentos Imobiliários, sociedade 100% controlada pela Gafisa, esta última avaliada pela Fitch com o Rating Nacional de Longo Prazo “A-(bra)”, com Perspectiva Negativa.

GFSA3 – Gafisa e Odebrecht terminam acordo

A Gafisa e a Odebrecht Empreendimentos Imobiliários (OEI) encerraram a sociedade para prospecção, desenvolvimento, construção, incorporação, gestão financeira e imobiliária e venda de empreendimentos imobiliários em todo o País. Noutros termos, se torna uma incógnita o projeto Bairro Novo em Messejana, próximo ao Anel Viário, na Região Metropolitana. A parceria era focada em imóveis residenciais com mais de mil unidades, para o segmento de baixa renda, caso do projeto no Ceará, com 5.440 casas em 850 mil metros quadrados.

Confiança da indústria aponta melhora em pesquisa da FGV

A confiança do industrial brasileiro aumentou em fevereiro pelo mês consecutivo, mas ainda é o quarto menor da série histórica, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta segunda-feira.O índice subiu 1,3 por cento sobre janeiro, passando para 76,3 pontos em fevereiro ante 75,3 pontos no mês anterior.”O índice ainda reflete um ritmo muito fraco de atividade econômica, sendo o quarto menor da série iniciada em abril de 1995″, disse a FGV em comunicado.O componente de situação atual caiu 0,9 por cento em fevereiro sobre janeiro, para 77,4 pontos. Já o de expectativas aumentou 3,7 por cento, atingindo 75,2 pontos.Entre as 1.072 empresas ouvidas, 23,4 por cento estimam melhora da situação até julho e 37,7 por cento veem piora.”Embora reflita um menor grau de pessimismo quanto ao futuro próximo, este é ainda o segundo pior resultado da série para este quesito”, acrescentou a FGV.A pesquisa foi feita entre os dias 2 e 26 de fevereiro.

EMBR3 – Dividendos poderiam manter funcionários demitidos pela Embraer por 9 anos

Em 2008, a Embraer pagou R$ 125.609.528,20 em dividendos e R$ 229.283.519,94 em juros sobre capital próprio a seus acionistas. No total, quase R$ 355 milhões foram distribuídos aos donos de ações da companhia, que acaba de mandar para rua mais de 4 mil trabalhadores, 20% de seus “colaboradores”. Em 2007, a folha de pagamento total da Embraer montou a R$ 195,6 milhões, número que pouco se alterou – se mudou, foi para menos – em 2008. A matemática mostra que, para cada R$ 1 pago de salários, mais encargos, a fabricante de jatos pagou R$ 1,8 a seus felizes acionistas.Quem são os felizardos? Cerca de 45% são estrangeiros, proprietários das ADRs (papéis negociados nos Estados Unidos) da Embraer. Assim, quase R$ 160 milhões voaram para o exterior só em 2008 – pouco menos do que a folha de pagamento total da empresa.Com o dinheiro pago em apenas um ano aos acionistas, a Embraer poderia manter por nove anos os funcionários demitidos. Entre os detentores de ações, Previ, BNDES e União têm quase 25% da empresa, mas por enquanto o Governo Federal apenas esperneia e não exerce seu poder para deter as demissões. Será isso a tal estatização parcial, como no caso do Citi nos EUA?