AGEN11 Agrenco ECOD3 Ecodiesel – Resultado do 11o. leilão de biodiesel


Com o novo leilão realizado hoje pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) o abastecimento de biodiesel está garantido até o final do ano. No certame, foram adquiridos mais 66 milhões de litros. Com os leilões realizados ontem e hoje, o volume de 330 milhões de litros para fornecimento durante o 4º trimestre foi assegurado. Isso representa toda a demanda de biodiesel para a mistura B3 nesse período.

O preço médio final no décimo primeiro leilão foi R$ 2,610 por litro, com deságio de 0,4% em relação ao preço inicial de abertura (R$2,620). Esses valores incluem os tributos federais sobre o biodiesel (Pis/Pasep e Cofins), mas sem ICMS (imposto estadual) e sem custos de frete.

Nesses dois leilões, o preço médio ponderado ficou em R$2,606, abaixo do valor anterior dos últimos leilões de abril (R$2,690). A movimentação financeira supera R$ 850 milhões. Petrobras (92,3% do volume) e Refap (7,7%) foram as empresas que adquiriram o combustível. . Como fornecedores, são 28 usinas espalhadas pelo País, enquanto nos leilões passados foram 24. O crescimento da oferta e do número de participantes contribui para aumentar a competição e diversificar a origem do suprimento.

A participação no 11º Leilão foi aberta a todos os produtores, com ou sem o Selo Combustível Social. Entretanto, 87,4% do volume arrematado foi originado de usinas detentoras do Selo. Somados os dois leilões realizados ontem e hoje, a participação com Selo sobe para 97,5%. Este número é bastante positivo para o Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel, pois mostra que a agricultura familiar participa efetivamente na cadeia produtiva deste novo combustível renovável, juntamente com o agronegócio.

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Resultado EVEN3 Even 2t08

A Even, uma das maiores incorporadoras e construtoras do Brasil, obteve lucro líquido de R$ 34,7 milhões no primeiro semestre de 2008, expansão de 102,6% em comparação ao mesmo período de 2007. Entre abril e junho, o lucro líquido apurado foi de R$ 20,1 milhões, acréscimo de R$ 26,8, ante a cifra registrada no mesmo intervalo do ano passado.Já a receita líquida nos primeiros seis meses do ano, foi de R$ 368,6 milhões, 121,8% superior à registrada em igual período do ano anterior. O EBITDA do semestre (lucro antes dos impostos, juros, depreciações e amortizações) foi de R$ 54,2 milhões, incremento de R$ 25,9 milhões em comparação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado de 2008, a parcela Even das vendas contratadas teve expansão de 100%, somando R$ 669,3 milhões.Nestes últimos três meses, a Even manteve o histórico de lançamentos, com o início de comercialização de dez novos empreendimentos, (8 em SP, 1 em BH e 1 em Taubaté, SP), totalizando R$ 918,7 milhões em VGV (valor geral de vendas) lançado. Deste total, R$ 682,8 milhões correspondem à Even. A companhia comercializou 70% do volume total lançado no semestre.A estratégia de diversificação de empreendimentos entre os vários segmentos de renda foi mantida no período. Do total lançado, 31,9% foram dedicados à classe média e 32,5% ao público emergente. Outro fator positivo verificado pela Even foi a retomada da velocidade de comercialização, após a esperada sazonalidade do início do ano. Dentre os empreendimentos lançados no segundo trimestre de 2008, 36,4% foram vendidos em menos de três meses.

Sofisa SFSA4 reduz guidance para 2008

O Banco Sofisa atualizou os guidances referentes ao lucro líquido a ao retorno sobre patrinômio líquido para o final de 2008, em função de mudanças observadas no cenário macroeconômico. Para este ano, o banco estima lucro líquido, excluídos efeitos não-recorrentes, entre R$ 140,0 e R$ 160,0 milhões, ante um guidance anterior de R$ 200,0 milhões. Desta forma, o retorno sobre o patrimônio líquido médio deve ficar entre 16% e 18%, na comparação com uma previsão anterior de 25%. As projeções de carteira de crédito permanecem inalteradas em relação ao divulgado anteriormente, com estimativa de alta de 25% para a carteira total ao final de 2008.

Resultado SEBB11 – Sistema Educacional Brasileiro 2t08

O lucro líquido ajustado do grupo Sistema Educacional Brasileiro (SEB) cresceu 7,1% no segundo trimestre do ano para R$ 7 milhões. O resultado desconsidera efeitos de amortização de ágio. No semestre, o lucro líquido ajustado cresceu 53,8% e totalizou R$ 21,2 milhões (dado não revisado). A receita líquida praticamente dobrou (94,8% de alta) e totalizou de abril a junho R$ 69,6 milhões. De janeiro a junho, a receita totalizou R$ 141,2 milhões, alta de 106,3%. O Ebitda ajustado (lucro antes dos juros, impostos, depreciações e amortizações, desconsiderando amortização de ágio), caiu 6,3% para R$ 7,8 milhões. No primeiro semestre, o Ebitda ajustado 32,9% para R$ 22,5 milhões.

Resultado TIBR5 – Millennium 2t08

( 15/08 ) - MILLENNIUM INORGANIC CHEMICALS BR                   30/06/2008      LS

                  Resumo dos Dados Consolidados Recebidos

R$ Mil                                                 Legislacao Societaria

Descricao                                                                   

Nome de Pregao                                              MILLENNIUM      

Periodo                                                             6M
Data Encerramento                                           30/06/2008      

Patrimonio Liquido                                             393.136
Receita Liquida                                                118.251
Resultado Bruto                                                ( 7.178 )
Receita (Despesa) Financeira Liquida                             1.414
Resultado da Equivalencia Patrimonial                              572
Resultado Operacional                                         (15.044)
Lucro (Prejuizo) Liquido                                      (10.567)
Numero de Acoes, Ex-Tesouraria ( Mil )                       2.321.500      

Lucro (Prejuizo) por Acao - LPA                              (0,00455)
Valor Patrimonial da Acao - VPA                                0,16935

Momento de cautela: DIs e commodities recuam, capital sai da bolsa e dólar pode ganhar força

Os contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) longos recuam hoje na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), na esteira da queda das commodities e do petróleo. Em mais um dia de giro estreito, o DI 2010 cai de 14,73% para 14,70%, volume negociado de R$ 11,2 bilhões. O DI 2012 desce de 14,19% para 14,10%, giro de R$ 1,4 bilhão. Os DIs se ajustam para baixo apesar da alta do dólar, algo negativo para o cenário inflacionário. Parece prevalecer no mercado de juros futuros a tese de que queda das commodities mais do que compensa a leve pressão exercida no campo da inflação pela depreciação do real Marcos Forgione, operador da Hencorp Commcor, ressalta que está em curso um processo de acomodação dos preços das commodities, que haviam sido inflados em parte pela aposta de fundos de investimento em contratos futuros. “Essa queda das commodities diminui as pressões de inflação. A curva de juros reflete esse cenário”, afirma. Entre os curtos, o DI 2009 opera praticamente estável (vai de 13,77% para 13,78%), volume negociado de R$ 2,2 bilhões. O contrato para outubro tem ligeiro avanço de 13,14% para 13,15%, giro de apenas R$ 59 milhões. Para Forgione, o recuo das commodities não fará o Banco Central (BC) mudar o ritmo de alta da Selic na reunião de setembro. Ou seja, a autoridade monetária deve promover outra elevação de 0,75 ponto percentual, levando a meta da Selic para 13,75%. O operador vê a curva de juros sem espaço para oscilações mais fortes. “A curva já reflete a perspectiva do ajuste monetário. O mercado está meio estranho. As dúvidas sobre o dólar e o processo de commodities impedem que os DIs assumam uma tendência de alta ou baixa”, afirma Forgione. A perda de fôlego das commodities também se reflete no mercado de câmbio. Com máxima de R$ 1,643, há pouco a moeda norte-americana operava em alta de 0,67%, a R$ 1,637. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o contrato de dólar futuro para setembro era cotado a R$ 1,642,5, alta de 0,76%. O fortalecimento do dólar no mercado internacional, alimentado por dados positivos da economia norte-americana, joga as commodities para baixo. O real sofre com a própria valorização do dólar ante as demais moedas e a perspectiva de encolhimento do superávit comercial. O recuo das commodities também provoca saída de recursos da bolsa, dependente em grandes parte das ações de Vale e Petrobras Forgione identifica uma forte aversão ao risco. Os recursos que saem da bolsa não se dirigem à renda fixa, apesar da remuneração atraente oferecida pela taxa de juros local. “Há um receio muito grande. Não me surpreenderia se o dólar subisse para R$ 1,68 ou R$ 1,70″, afirma.

Preço Alvo VALE5 a $70,15 pela Brascan

Após a publicação do resultado operacional da Vale no segundo trimestre, a Brascan Corretora rebaixou o preço-justo dos papéis preferenciais classe A da mineradora (VALE5) de R$ 74,09 para R$ 70,15, mas mantendo a recomendação outperform (acima do nível de mercado). Para os analistas, tais alterações levam em conta os menores preços médios para a grande maioria dos produtos de seu portfólio, novas projeções para a curva da taxa de câmbio e um capex (plano de investimentos) mais elevado em dólar.

Resultado Springs SGPS3 2t08

A Springs Global, que atua nos mercado de produtos têxteis de cama e banho, apresentou perdas de R$ 11,25 milhões no semestre inicial deste ano. Somente no 2º trimestre, as vendas líquidas das operações continuadas foram de R$ 734,4 milhões, 15,4% menor do que no mesmo período de 2007. De acordo com a empresa, a queda foi influenciada pelo impacto da apreciação do Real na conversão das vendas da empresa em dólares para reais e pela desaceleração das condições econômicas nos Estados Unidos.A Springs informou também que houve uma queda de 37,8% nas despesas gerais e administrativas devido, principalmente, à racionalização dos custos gerais da subsidiária americana e ao impacto da apreciação do Real na conversão dos custos da subsidiária americana, Springs Global US.

AGEN11 – Agrenco – ECOD3 – Ecodiesel – ANP vê espaço para venda livre de biodiesel

A ANP (Agência Nacional do Petróleo) já vê espaço para que a venda de biodiesel comece a ser flexibilizada no mercado. Atualmente, todo o volume é comercializado por meio de leilões, como os que estão sendo realizados hoje e amanhã.

Os dois leilões de biodiesel prevêem a venda de 330 milhões de litros, que suprirão o mercado de outubro a dezembro. Foram leiloados 264 milhões de litros nesta quinta-feira, com preço médio de R$ 2,60 por litro, deságio de 0,59% sobre o proposto.

Para o superintendente de abastecimento da agência, Édson Silva, o mercado está desenvolvido de forma suficiente para que parte do biodiesel já possa ser negociado livremente entre os diferentes agentes. Uma outra parte continuaria sendo leiloada. Ele considerou satisfatório o resultado do leilão desta quinta-feira, e considera que os 66 milhões de litros previstos para o novo leilão de amanhã serão negociados.

“O mercado de biodiesel, já com a adição de 3% de óleo vegetal, estará abastecido no restante deste ano”, afirmou.

A Petrobras comprou o volume negociado de 20 diferentes produtores. A maior parte do biodiesel –mais de 80%– é oriunda da soja, cujo preço vem oscialndo nas últimas semanas, mas ainda encontra-se em alta no mercado internacional. É justamente por causa da soja que Silva pede mais cautela sobre a possibilidade de já se elevar o percentual de biodiesel vendido no país.

“Existe capacidade instalada para que se aumente a demanda de biodiesel, mas acho que é apropriado no curto prazo, justamente pela dependência da soja, cujo preço está variando muito”, avaliou, lembrando que as empresas disponibilizaram 347 milhões de litros para o leilão, mas o edital limitava a venda em 264 milhões de litros.

Silva disse que aprova a forma como o governo está ampliando a participação do biodiesel no mercado, de forma gradativa. Desde 1º de julho, todo diesel vendido no Brasil tem, obrigatoriamente, 3% de biodiesel em sua composição.

REsultado ECOD3 – Ecodiesel 2t08 – Correção

Diferentemente do que foi informado em nota publicada anteriormente, o Ebitda Ajustado da Brasil Ecodiesel no segundo trimestre de 2008 ficou negativo em R$ 29,438 milhões, enquanto o Ebitda sem ajustes ficou negativo em R$ 65,216 milhões no mesmo período. Segue a nota corrigida: *******A Brasil Ecodiesel registrou prejuízo líquido de R$ 82,536 milhões no segundo trimestre de 2008, aumentando as perdas em relação ao mesmo período do ano passado, quando registrou prejuízo de R$ 13,881 milhões. No primeiro semestre, o prejuízo também cresceu, passando de R$ 14,401 milhões para R$ 97,470 milhões. O prejuízo líquido ajustado de abril a junho correspondeu a R$ 46,7 milhões. De acordo com a companhia, o prejuízo líquido sem ajustes (R$ 82,5 milhões) no segundo trimestre deste ano foi impactado de forma significativa por provisões que a empresa constituiu sobre fatos ocorridos em trimestres anteriores, em parte referente a ajustes a valor de mercado de seus estoques de culturas agrícolas em formação, e em parte a multas aplicadas contra a Petrobras, até o momento não liquidadas. Entre abril e junho deste ano, a receita líquida da Ecodiesel diminuiu 14% para R$ 45,790 milhões, ante R$ 53,373 milhões registrados no mesmo período de 2007. De janeiro a junho, a receita somou R$ 213,054 milhões, alta de 110% na comparação com os R$ 101,663 milhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O Ebitda do segundo trimestre deste ano ficou negativo em R$ 65,216 milhões, aumento em relação ao Ebitda negativo de R$ 363 mil apurado em igual período do ano passado. O Ebitda Ajustado de abril a junho de 2008 também ficou negativo em R$ 29,438 milhões. A companhia realizou em vendas um total de 18,9 mil metros cúbicos de biodiesel.

Resultado CR2 CRDE3 2t08

A CR2 Empreendimentos Imobiliários S/A atingiu lucro líquido de R$ 24 milhões no segundo trimestre, alta de 474% em relação ao primeiro trimestre do ano. A empresa não forneceu os dados obtidos no segundo trimestre de 2007. Já a receita operacional líquida somou R$ 59,4 milhões, 132% a mais do que o obtido nos três primeiros meses imediatamente anteriores. Já o Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciações e amortizações) atingiu R$ 23,5 milhões. No acumulado do ano, o lucro líquido foi de R$ 28,247 milhões, alta de 510% em relação ao mesmo período de 2007. Já a receita operacional líquida somou R$ 85,104 milhões, crescimento de 662% ante os seis primeiros meses do ano passado. O Ebitda foi de R$ 23,893 milhões. De acordo com a companhia, no primeiro semestre de 2007, Ebitda, lucro líquido antes de minoritários, lucro líquido e lucro líquido por ação estão ajustados pela exclusão das despesas não recorrentes relacionadas ao IPO no segundo trimestre de 2007. Os lançamentos totais da companhia somaram R$ 154,9 milhões no segundo trimestre e as vendas contratadas atingiram R$ 183,8 milhões no período.

Resultado GSHP3 General Shopping

A administradora de shopping center General Shopping obteve lucro líquido ajustado de R$ 240 mil no segundo trimestre de 2008, queda de 79,3% ante igual período do ano passado. O Ebitda somou R$ 14,6 milhões, alta de 96%. Já o NOI (Net Operating Income) foi de R$ 16,6 milhões, crescimento de 104,6%.